sonhei um sonho de antecipação
um aviso, uma contra-mão
uma impressão ruim
sonhei com as palavras que meus filhos vão escrever de mim
nem um adorno sequer
uma imagem qualquer
pra se desfazer assim
no país onde os campos de girassóis não têm fim
as figuras são sintéticas
as metáforas são herméticas
pro meu código epilético
não me resta solução
se às pessoas sou alérgico
então reago tão enérgico
em atitudes (erráticas) epiléticas
me eximo de confusão
paro os meus sentidos
pra evitar o erros sofridos
durante toda falta de bom senso
cortesia agora teu nome é paradoxo
e por fim, de que adianta
pôr a mesa todo dia
por anos e anos a fio
vivendo pendurado na ponta de um pavio
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário