veja que ser deprimente
sempre esteve ausente
do dia a dia de si mesmo
agora circula nos corredores
por entre olhos marejados
que carregam na dor, uma ponta de egoísmo
na batida da madrugada
se inebria e embriaga
buscando uma solução
mas morte, com faca se afaga
e se o veneno se estraga
não preciso de poção
mas se faço da cruz um caminho
não me vejo sozinho
num facho de luz
suporto, da rosa, o espinho
de perfume macio
e que me seduz
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