terça-feira, 1 de abril de 2008

o undo do meu eu é negro
escuro e undo como a noite e o breu
é denso e traga tudo pra dentro
tal qual buraco negro
as palavras nem os sentimentos escapam

onde nós estamos
onde, meu amor?
por quem esperamos?
seja como or

no meio do nada
o vazio da estrada
a carta é virada
e a sorte lançada

me altam as palavras
e os pensamentos voam soltos
na névoa de cada noite
no desatino de cada dose
a esperança de um uturo brilhante

por quem esperamos?
seja como or
onde nós estamos?
onde, meu amor?

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